Manoel Prazeres – autor e diretor teatral

Em julho de 2019, dirigiu a leitura de Perdoa-me por me traíres, com Bel Villela, Helena Stewart, Sofia Vasconcellos e Sá, Margarida Marinho, Eduardo Gaspar, Isaac Bernat, André Paes Leme, André Levy e Leonardo Vieira. Ciclo de leitura das peças de Nelson Rodrigues, Casa do Coreto, Lisboa.

Em abril de 2019, fez a direção cênica do concerto A Rainha Luso-Brasileira – 200 anos de nascimento de D. Maria II, com Rosana Lanzelotte e Helena Varvaki (Casa Museu Eva Klabin – Rio de Janeiro/RJ).

Em fevereiro de 2019, em Lisboa, fez a documentação em vídeo do evento Diálogos para o ator I, organizado por Estudos em Companhia (Helena Varvaki, André Paes Leme, Vitor Lemos e Zé Luiz Rinaldi).

Em janeiro de 2019, dirigiu a gravação do curta-metragem A Love Book, com Rick Yates e Patrícia Elizardo, roteiro adaptado a partir do livro de Richard G. Yates, Jr.

Em 2018, fez a direção cênica do concerto Apoteose de Couperin – 350 anos, com Rosana Lanzelotte, Olivier Baumont, Silvana Scarinci, Helena Varvaki e os bailarinos Diego Farias, Jeniffer Rodrigues, Luciana Barros, Luyd Carvalho, Marllon Araújo e Raquel Alexandre (Sala Cecília Meireles – Rio de Janeiro/RJ).

Em 2018, fez a direção – e escreveu os roteiros em parceria com Camila Moreira – das cenas do projeto VR Tour (Visgraf/IMPA): uma plataforma tecnológica para a exploração de conteúdo em realidade virtual.

Em 2018, criou e apresentou a palestra Dramaturgia das Coisas: uma digressão sobre aspectos históricos, técnicos e éticos da dramaturgia que estimule o debate público sobre comunicação, arte e entretenimento no contexto de uma humanidade em conflito com a virtualidade.

Em 2017, fez a direção artística do experimento The Tempest, a partir da obra de William Shakespeare, sobre a plataforma VR KinoTheater (Visgraf/IMPA): uma pesquisa por novas formas de expressão combinando teatro e cinema com tecnologias de jogos e de realidade virtual.

Em 2017, criou o vídeo An Unusual Way to Exhibit and Appreciate Soviet Posters a partir da performance com Rick Yates que aconteceu em dezembro de 2016 na Escola de Cinema Darcy Ribeiro: um olhar sobre os dispositivos móveis como uma extensão do corpo do espectador no momento da fruição estética.

Em 2017, fez a direção cênica de dois concertos do VIII Circuito Musica Brasilis: Marcha para o Conde da Barca, com Marília Vargas, Rosana Lanzelotte, Ricardo Kanji e Marcos França (BNDES – Rio de Janeiro/RJ e CCBB – Brasília/DF), e Abram alas para Chiquinha Gonzaga, com Clara Sverner e Helena Varvaki (Theatro São Pedro – Porto Alegre/RS) e com José Staneck, Ricardo Santoro, Marina Spoladore e Helena Varvaki (ou Marcia do Valle) (Theatro Dom Pedro – Petrópolis/RJ e Circuito SESI-RJ).

Em 2017, escreveu o roteiro de longa-metragem Nós que somos todos amantes em Paris, a partir da peça teatral Nós, escrita em 2012 em parceria com Camila Moreira. Originalmente escritos em português, os diálogos foram traduzidos para inglês e francês por Diego Teza e Renaud Leenhardt.

Em 2016-2017, dirigiu a peça teatral A Outra Casa, texto de Sharr White, que esteve em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no Teatro Candido Mendes e no Teatro Café Pequeno.

Em 2016, fez a direção cênica do concerto O Amor Brasileiro – 200 anos da Missão Artística Francesa no Brasil, com Rosana Lanzelotte, Olivier Baumont, Julien Chauvin, Alberto Kanji e Jean-Paul Lefèvre (Sala Cecília Meireles – Rio de Janeiro/RJ).

Em 2016, fez a direção cênica de dois concertos do VII Circuito Musica Brasilis: Missão Artística 200 Anos, com Ricardo Kanji, Marília Vargas, Guilherme de Camargo e Fábio Cardoso (BNDES – Rio de Janeiro/RJ e Theatro Carlos Gomes – Vitória/ES), e Cartas Leopoldinas, com Rosana Lanzelotte, Jacques Ogg, Ricardo Kanji, Felipe Prazeres, Alberto Kanji e Carol Castro (Sala Cecília Meireles – Rio de Janeiro/RJ e FLIP – Paraty/RJ).

Em 2015, lançou junto com outros autores o livro Chá das 3 – Investigação, Criação e Memórias.

Em 2012, escreveu a peça teatral Nós em parceria com Camila Moreira.

Em 2011, dirigiu Caio Assassinado, a partir de sua peça Calígula – O Príncipe Imoral e do conto Ela de Camila Moreira, que esteve em cartaz no Teatro Glauce Rocha.

Em 2010, escreveu e dirigiu a peça teatral A Arte de Lidar segundo as Mulheres, uma comédia dedicada a Leila Diniz, que esteve em cartaz na Casa da Gávea.

Em 2008, escreveu e dirigiu a peça teatral A Fruta e a Casca, uma livre apropriação da personagem Capitu do romance Dom Casmurro de Machado de Assis, que esteve em cartaz na Casa da Gávea e no Teatro Café Pequeno.

Em 2007, escreveu a peça teatral A Arte de Ter Razão, uma comédia muito livremente inspirada na obra de Arthur Schopenhauer, que esteve em cartaz na Casa da Gávea com direção de Vitor Lemos.

Em 2007, escreveu a peça teatral Calígula – O Príncipe Imoral. Dirigiu um vídeo em média-metragem baseado na peça e apresentações do trabalho em processo no Espaço Café Cultural.

Em 2006, adaptou a peça Te Amo nesta Escuridão, de Luís Arnaldo Gastão, com direção de Helena Varvaki.

Em 2005, escreveu o roteiro de longa-metragem Notícias do Araguaia.

Em 2005, escreveu a peça teatral Uma Interdição Habita em Mim, com direção de Helena Varvaki.

Em 2002, foi o curador do Festsoft – Festival de Software Cultura e Liberdade, realizado no Palácio Gustavo Capanema pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Em 1990, dirigiu O Monge Nikodim, adaptação sua do romance Os Artamonov de Máximo Gorki.

Em 1988, dirigiu O Mal Entendido de Albert Camus.

Em 1987, adaptou e dirigiu o conto Via Crucis do Corpo de Clarice Lispector.

Em 1987, fundou o Teatro Kairos com a atriz Helena Varvaki.