Manoel Prazeres – diretor teatral

Manoel Prazeres

Manoel Prazeres

Nasceu na cidade do Rio de Janeiro em janeiro de 1959.

É bacharel em Matemática, com especialidade em Informática, pela UFRJ. Durante muitos anos, trabalhou como desenvolvedor de software e administrador de rede.

Cursou Artes Cênicas na UNIRIO e Roteiro Cinematográfico na Escola Darcy Ribeiro.

Em 1987, fundou o Teatro Kairos com a atriz Helena Varvaki.

Em 1987, adaptou e dirigiu o conto Via Crucis do Corpo de Clarice Lispector.

Em 1988, dirigiu O Mal Entendido de Albert Camus.

Em 1991, dirigiu O Monge Nikodim, adaptação sua do romance Os Artamonov de Máximo Gorki.

Em 2002, foi o coordenador do Festsoft – Festival de Software Cultura e Liberdade, realizado no Palácio Gustavo Capanema pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Em 2005, escreveu o roteiro de longa-metragem Notícias do Araguaia.

Em 2005, escreveu a peça teatral Uma Interdição Habita em Mim, com direção de Helena Varvaki.

Em 2006, adaptou a peça Te Amo nesta Escuridão, de Luís Arnaldo Gastão, com direção de Helena Varvaki.

Em 2007, escreveu a peça teatral A Arte de Ter Razão baseado no livro homônimo de Arthur Schopenhauer, que esteve em cartaz na Casa da Gávea com direção de Vitor Lemos.

Em 2007, escreveu a peça teatral Calígula – O Príncipe Imoral. Dirigiu um vídeo em média-metragem baseado na peça e apresentações do trabalho em processo no Espaço Café Cultural.

Em 2008, escreveu e dirigiu a peça teatral A Fruta e a Casca, uma livre apropriação da personagem Capitu do romance Dom Casmurro de Machado de Assis, que esteve em cartaz na Casa da Gávea e no Teatro Café Pequeno.

Em 2010, escreveu e dirigiu A Arte de Lidar segundo as Mulheres, uma comédia dedicada a Leila Diniz, que esteve em cartaz na Casa da Gávea.

Em 2011, dirigiu Caio Assassinado, a partir de sua peça Calígula – O Príncipe Imoral e do conto Ela de Camila Moreira, que esteve em cartaz no Teatro Glauce Rocha.

Em 2015, lançou junto com outros autores o livro Chá das 3 – Investigação, Criação e Memórias.

Em 2016-2017, dirigiu A Outra Casa, texto de Sharr White, que esteve em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no Teatro Candido Mendes e no Teatro Café Pequeno.

Em 2016, fez a direção cênica de dois espetáculos do VII Circuito Musica Brasilis: Missão Artística 200 Anos, com Ricardo Kanji, Marília Vargas, Guilherme de Camargo e Fábio Cardoso (BNDES – Rio de Janeiro/RJ e Theatro Carlos Gomes – Vitória/ES), e Cartas Leopoldinas, com Rosana Lanzelotte, Jacques Ogg, Ricardo Kanji, Felipe Prazeres, Alberto Kanji e Carol Castro (Sala Cecília Meireles – Rio de Janeiro/RJ e FLIP – Paraty/RJ).

Em 2016, fez a direção cênica do espetáculo O Amor Brasileiro – concerto comemorativo dos 200 anos da Missão Artística Francesa no Brasil, com Rosana Lanzelotte, Olivier Baumont, Julien Chauvin, Alberto Kanji e Jean-Paul Lefèvre (Sala Cecília Meireles – Rio de Janeiro/RJ).

Em 2017, fez a direção cênica de dois espetáculos do VIII Circuito Musica Brasilis: Marcha para o Conde da Barca, com Marília Vargas, Rosana Lanzelotte, Ricardo Kanji e Marcos França (BNDES – Rio de Janeiro/RJ e CCBB – Brasília/DF), e Abram alas para Chiquinha Gonzaga, com Clara Sverner e Helena Varvaki (Theatro São Pedro – Porto Alegre/RS) e com José Staneck, Ricardo Santoro, Marina Spoladore e Helena Varvaki (ou Marcia do Valle) (Theatro Dom Pedro – Petrópolis/RJ e Circuito SESI-RJ).

Em 2017, criou o vídeo An Unusual Way to Exhibit and Appreciate Soviet Posters a partir da performance com Rick Yates que aconteceu em dezembro de 2016 na Escola de Cinema Darcy Ribeiro.