Manoel Prazeres – diretor teatral e autor

Em janeiro de 2018, com Rick Yates e Daniela Salles Abreu, fez o lançamento do projeto Guerras para um Homem Só. Duas peças teatrais – A Love Book e O Monge Nikodim – que se aproximam no tema – a solidão do homem comum diante da violência das grandes mobilizações de intolerância – e na opção estética – a proximidade física entre atores e espectadores em espaço fechado não convencional.

Em 2017, fez a direção artística do experimento The Tempest, a partir da obra de William Shakespeare, sobre a plataforma VR KinoTheater, no Visgraf (IMPA). Uma pesquisa por novas formas de expressão combinando teatro e cinema com tecnologias de jogos e de realidade virtual.

Em 2017, criou o vídeo An Unusual Way to Exhibit and Appreciate Soviet Posters a partir da performance com Rick Yates que aconteceu em dezembro de 2016 na Escola de Cinema Darcy Ribeiro. Um olhar sobre os dispositivos móveis como uma extensão do corpo do espectador no momento da fruição estética.

Em 2017, fez a direção cênica de dois espetáculos do VIII Circuito Musica Brasilis: Marcha para o Conde da Barca, com Marília Vargas, Rosana Lanzelotte, Ricardo Kanji e Marcos França (BNDES – Rio de Janeiro/RJ e CCBB – Brasília/DF), e Abram alas para Chiquinha Gonzaga, com Clara Sverner e Helena Varvaki (Theatro São Pedro – Porto Alegre/RS) e com José Staneck, Ricardo Santoro, Marina Spoladore e Helena Varvaki (ou Marcia do Valle) (Theatro Dom Pedro – Petrópolis/RJ e Circuito SESI-RJ).

Em 2017, escreveu o roteiro de longa-metragem Nós que somos todos amantes em Paris, a partir da peça teatral Nós, escrita em 2012 em parceria com Camila Moreira. Originalmente escritos em português, os diálogos foram traduzidos para inglês e francês por Diego Teza e Renaud Leenhardt.

Em 2016-2017, dirigiu A Outra Casa, texto de Sharr White, que esteve em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, no Teatro Candido Mendes e no Teatro Café Pequeno.

Em 2016, fez a direção cênica do espetáculo O Amor Brasileiro – concerto comemorativo dos 200 anos da Missão Artística Francesa no Brasil, com Rosana Lanzelotte, Olivier Baumont, Julien Chauvin, Alberto Kanji e Jean-Paul Lefèvre (Sala Cecília Meireles – Rio de Janeiro/RJ).

Em 2016, fez a direção cênica de dois espetáculos do VII Circuito Musica Brasilis: Missão Artística 200 Anos, com Ricardo Kanji, Marília Vargas, Guilherme de Camargo e Fábio Cardoso (BNDES – Rio de Janeiro/RJ e Theatro Carlos Gomes – Vitória/ES), e Cartas Leopoldinas, com Rosana Lanzelotte, Jacques Ogg, Ricardo Kanji, Felipe Prazeres, Alberto Kanji e Carol Castro (Sala Cecília Meireles – Rio de Janeiro/RJ e FLIP – Paraty/RJ).

Em 2015, lançou junto com outros autores o livro Chá das 3 – Investigação, Criação e Memórias.

Em 2012, escreveu a peça teatral Nós em parceria com Camila Moreira.

Em 2011, dirigiu Caio Assassinado, a partir de sua peça Calígula – O Príncipe Imoral e do conto Ela de Camila Moreira, que esteve em cartaz no Teatro Glauce Rocha.

Em 2010, escreveu e dirigiu A Arte de Lidar segundo as Mulheres, uma comédia dedicada a Leila Diniz, que esteve em cartaz na Casa da Gávea.

Em 2008, escreveu e dirigiu a peça teatral A Fruta e a Casca, uma livre apropriação da personagem Capitu do romance Dom Casmurro de Machado de Assis, que esteve em cartaz na Casa da Gávea e no Teatro Café Pequeno.

Em 2007, escreveu a peça teatral A Arte de Ter Razão baseado no livro homônimo de Arthur Schopenhauer, que esteve em cartaz na Casa da Gávea com direção de Vitor Lemos.

Em 2007, escreveu a peça teatral Calígula – O Príncipe Imoral. Dirigiu um vídeo em média-metragem baseado na peça e apresentações do trabalho em processo no Espaço Café Cultural.

Em 2006, adaptou a peça Te Amo nesta Escuridão, de Luís Arnaldo Gastão, com direção de Helena Varvaki.

Em 2005, escreveu o roteiro de longa-metragem Notícias do Araguaia.

Em 2005, escreveu a peça teatral Uma Interdição Habita em Mim, com direção de Helena Varvaki.

Em 2002, foi o coordenador do Festsoft – Festival de Software Cultura e Liberdade, realizado no Palácio Gustavo Capanema pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Em 1990, dirigiu O Monge Nikodim, adaptação sua do romance Os Artamonov de Máximo Gorki.

Em 1988, dirigiu O Mal Entendido de Albert Camus.

Em 1987, adaptou e dirigiu o conto Via Crucis do Corpo de Clarice Lispector.

Em 1987, fundou o Teatro Kairos com a atriz Helena Varvaki.